Maternidade Carmosina Coutinho, Caxias - MA

Caxias registra 13 mortes de bebês por mês…

Maternidade Carmosina Coutinho,  Caxias - MA
Maternidade Carmosina Coutinho, Caxias – MA

Levantamento realizado BLOG com base no relatório elaborado a partir dos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Departamento Nacional de Análise de Situação de Saúde, indica que, em média, 162 bebês morreram em 2013 no município de Caxias, o equivalente a 13 óbitos por mês.

Os dados do município maranhense apontam que a taxa de mortalidade dos bebês – que se refere a crianças de até 1 ano de idade – foi de 0,42% em relação ao total de mortes registradas no País.

Para se ter uma ideia de como esse índice é elevado, a população brasileira nessa faixa etária corresponde a 1,42% do total de habitantes.

O levantamento é realizado com base nas informações coletadas pelas Secretarias de Saúde a partir das Declarações de Óbitos dos cartórios. A causa básica de óbito é codificada a partir do declarado pelo médico atestante, segundo regras estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde.

Para cálculo da taxa de mortalidade infantil (em percentual da população menor de 1 ano) foram utilizadas as estimativas intercensitárias disponibilizadas pelo DATASUS que, por sua vez, utiliza fontes do IBGE. Com informações Antônio Martins.

Prefeita Vete recebe se reúne com moveleiros

Prefeita Vete recebe se reúne com moveleiros…

Na manhã dessa segunda (04), a prefeita Vete recebeu em seu gabinete cerca de 35 moveleiros, que vieram solicitar ajuda no que diz respeito a sua regularização junto à SEMA – Secretaria de Estado do Meio Ambiente, já que foram autuados pelo órgão estadual e intimados a L.O. (Licença de Operação), licenciamento ambiental para atividade junto ao órgão supra citado.

Prefeita Vete recebe se reúne com moveleiros
Vete recebe se reúne com moveleiros

O fato é que a maioria dos microempresários do Polo Moveleiro de Itinga do Maranhão se encontra em situação irregular perante o órgão estadual e foram recentemente notificados pela SEMA, que lhes deu um prazo mínimo para a regularização. Segundo os moveleiros, existe uma Associação dos Moveleiros de Itinga do Maranhão, fundada a dois anos, porém de certa forma inativa.

A prefeita Vete Botelho se colocou à disposição dos moveleiros para ajudar no que for possível, até porque entende que o Polo Moveleiro é o segundo maior gerador de empregos do município e importante força econômica e já é conhecido a nível nacional pela beleza e qualidade das peças fabricadas.

Durante a reunião o cooperativismo foi uma das opções sugeridas, pois é comprovadamente a melhor forma de organização com exemplos de sucesso em vários setores da economia mundial por se tratar de um movimento universal dos cidadãos em busca de um modelo mais justo, que permita a convivência equilibrada entre o econômico e o social.

O desafio do setor cooperativista brasileiro é mostrar à sociedade que, por ser um movimento solidário, é capaz de implantar um modelo com fortes bases calcadas no conceito de sustentabilidade, ou seja, promover o desenvolvimento econômico, respeitando o meio ambiente e inserindo o ser humano na repartição das riquezas geradas no processo.

A princípio, diante da situação dos moveleiros, a prefeita se prontificou para representá-los junto ao órgão estadual, no sentido de conseguir um prazo maior para que os mesmos se organizem, até porque dentro do prazo concedido é impossível que eles consigam toda a documentação exigida, colocando os técnicos do município à disposição dos moveleiros para o que for necessário e, nesse entremeio, eles resolverão se querem continuar trabalhando de forma independente ou se vão se integrar ao sistema de cooperativismo.

“Qualquer que seja a decisão, todos terão o meu apoio, pois o crescimento e solidificação do Polo Moveleiro é um assunto de interesse público, já que estamos falando de um polo gerador de desenvolvimento do município” – reafirmou Vete.

Prefeitura oportuniza a estudantes conhecimentos sobre a área jurídica

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou esta semana o lançamento do projeto “Além da leitura e da escrita: Educando para o exercício da cidadania”. O projeto é realizado em parceria com o Fórum Desembargador Sarney Costa. Voltada para a área de Educação de Jovens e Adultos (EJA), a iniciativa tem como proposta fomentar a construção de conhecimento na área da justiça e cidadania.

Prefeitura oportuniza a estudantes conhecimentos sobre a área jurídica
Prefeitura oportuniza a estudantes conhecimentos sobre a área jurídica

O projeto segue a diretriz do prefeito Edivaldo Holanda Júnior de garantir atenção integral a todos os estudantes da rede municipal, garantindo-lhes o exercício completo da cidadania. “Esta iniciativa possibilitará aos jovens, adultos e idosos que estudam nas nossas Unidades de Educação Básica o conhecimento acerca de seus direitos e as instâncias para reivindicá-los. São informações fundamentais para a cidadania e a dignidade”, afirmou o secretário municipal de Educação, Geraldo Castro.

O projeto “Além da leitura e da escrita: educando para o exercício da cidadania” leva aos estudantes o conhecimento acerca de questões relativas a áreas específicas do direito, como direitos dos trabalhadores, das mulheres, da criança e do adolescente.

Uma rede de colaboradores, montada através da parceria entre a Prefeitura de São Luís e a coordenação do projeto junto ao Fórum Desembargador Sarney Costa, organizará os momentos de diálogo, que podem ocorrer nas próprias escolas ou em visitas organizadas dos estudantes a instâncias do Poder Judiciário em São Luís.

PROJETO

A solenidade de lançamento foi realizada no auditório do Fórum e contou com a presença de cerca de 200 estudantes de dez escolas da rede municipal que, divididos em pequenos grupos, participaram de uma visita guiada às dependências do Fórum Desembargador Sarney Costa. Após a visita, os alunos assistiram a uma palestra, ministrada pela juíza titular da 1ª vara de Fazenda Pública de São Luís, Maria Luzia Neponucena.

Para a juíza, a proposta do projeto é audaciosa e acerta ao tratar a sala de aula como espaço de formação social e de transformação. “É importante trabalhar na escola esses conteúdos tranversais, que falam sobre direitos e deveres dos cidadãos. O benefício desse conhecimento não se restringe somente ao aluno, mas ajuda a promover o desenvolvimento social político e econômico de um país”, disse a juíza Luzia Neponucena.

Thalia Viana de Sousa, estudante da Unidade de Educação Básica (U.E.B.) José Ribamar Bogéa, na Cidade Olímpica, aprovou a iniciativa. Ela contou que, antes de fazer a visita guiada ao fórum, nunca tinha ouvido falar do espaço nem sabia para que servia. “Descobri, por exemplo, que aqui acontecem julgamentos e que também existem setores que tratam das questões de família. Acho que com esse projeto vou conhecer os meus direitos e entender um pouco mais sobre outras questões jurídicas“, ressaltou Thalia.

Também estavam presentes à solenidade de lançamento o defensor público estadual Dario André Cutrim Castro; a superintendente da área de Educação de Jovens, Adultos e Idosos da Semed, Áurea Borges; e a advogada e uma das coordenadoras do projeto, Maironilde Gonçalves Medeiros Pereira.