Rosário quer paz, sim!

Por David Vieira

É um político, pois somos povo em sociedade e política é o nosso comportamento. São bem vindos todos que comungarem de uma ideia una, pacificadora e que clama por uma melhor gestão do poder público em todas as esferas. Karl Max já explicava as diferenças sociais que culminavam em conflitos dentro dos postos sociais e nós não somos diferentes.

As “hienas” de plantão, que querem aproveitar este momento de trauma na população para denegrirem a imagem seja de quem for e fazer campanha antecipada, não são bem vindas e podem tirar o “burro da chuva”… Neste movimento não há partidarismo, não segregação de credo religioso, acepção de pessoas por manifestação de gênero, cor, raça ou qualquer critério que diminua o ser humano, pois para todos nós cidadãos de Rosário que estamos engajados nessa luta “gente é tudo gente. A gestão municipal não está sendo denegrida e nem tão pouco achincalhada, haja vista que todo poder emana do povo e pra ele deve voltar.

O povo simplesmente está reivindicando e é um direito nosso, de todos nós. No que tange à segurança pública municipal, temos plena convicção do que receba carta magna. Todavia, é preciso fazer um passeio sobre a literatura mais abundante e ensinar quem não sabe. Os delitos sociais, segundo pesquisas atuais dos órgãos da PM, quando há criminalidade crônica em um espaço urbano, o problema é da estrutura de gestão do que é difundido pela gestão do Estado, do que pela falta de policiamento em si.

Posso ir mais profundo e falar sobre a prevenção social e dizer que tal é compreendida por políticas públicas de saúde, educação, emprego, habitação entre outros. A importância da participação dos municípios na segurança do cidadão é através de suas políticas de desenvolvimento urbano, criando ambientes onde o crime terá menos probabilidade de acontecer. Onde estão os sistemas para orientação de desenho urbano? Onde estão as vigilâncias naturais? As regenerações de áreas degradadas?

Onde está o poder de policial do Município devidamente equipado para que , assim, possa fiscalizar o espaço urbano? Enfim… Não sou contras a gestão, muito pelo contrário, eu lutei é muito pra que Irlahi Moraes se tornasse prefeita e torço muito por ela, e é por isso que eu não posso ficar calado. Amigo não é quem diz sim pra tudo… O nome disso é babão incompetente, que ela tá mais que rodeada. Gente assolada pela vaidade de um cargo e que por conta dessa vaidade estão afundando a cidade.

Eu torço muito pra gestão atual dar certo, eu creio, o povo também, mas jamais me calarei se eu entender que algo está fora dos trilhos e que vá ferir o bem da coletividade. Irlahi, reformule urgente teu secretariado, se cubra de gente que viva como gente, que respeite as pessoas, que te ajudem a botar em prática tudo que você e todos nós sonhamos pra nossa cidade.

Enquanto ao povo? Usem o direito de vocês, reivindiquem, lutem, gritem, é a nossa vida e de nossa família que está em jogo. E viva a democracia, e viva o povo da minha terra que é gente como a gente! E os babões, bajuladores, incompetentes, malfeitores?

Que a lei da vida tome conta deles e de todos nós!

Rosário quer PAZ!

Por Calvet Filho

Rosário quer paz! Eu quero paz! Louvável todos os comentários que já vi, li e reli. Reflete nada mais nada menos que o descontentamento e indignação de toda uma população que ao longo dos anos presenciou de perto a transformação de uma cidade de paz em cidade de guerra! E volto a perguntar como assim já fiz em outras postagens: De quem é a culpa? O que faremos? Voltando no tempo me recordo de muitas caminhadas já realizadas aqui em Rosário na tentativa de combater a violência e o extermínio de jovens.

Igrejas Evangélicas e Católica, sociedade civil organizada e lideranças políticas já fizeram ou participaram de passeatas e caminhadas e infelizmente nada mudou. Sou a favor de uma caminhada pela paz, eu mesmo já fiz muitas e o que ganhamos com essas caminhadas? Alguns dias de paz, mas a verdadeira paz vem de Jesus. A paz só virá com atitudes, ações e infelizmente o que temos visto é a delegação de responsabilidade de nossos representantes constituídos que não fizeram, não fazem e não tem interesse em fazer. Vi uma postagem da maior autoridade do município para esperarmos o próximo governo assumir, até lá, mesmo faltando dois meses, quantos jovens morrerão?

Quantos assaltos a lojas teremos que presenciar? Já vimos de tudo aqui, e o que mais dói é ver o trabalhador sendo chamado de vagabundo e o vagabundo sendo tratado como cidadão de bem, pois, esse é o sentimento que a impunidade gera. Queremos chamar a atenção, então façamos uma caminhada em um dia de semana onde encontraremos a prefeitura aberta, a Câmara municipal aberta, Defensoria Pública, Ministério Público… Vamos fechar as lojas, os postos, os comércios, temos que nos unir mesmo. Mostrar que cidade pede socorro! Um dia que se fechar o comércio local em protesto não deixará ninguém mais pobre e é muito melhor do que perder a vida!

Sou cidadão, e assim como vocês, não aguento mais ver essa onda de violência e que onda nada, onda passa, mas aqui perdura. Outro ponto para finalizar, friso aquela que tem o papel mais importante de todos na sociedade, a família, o que temos feito para cuidar dos nossos filhos, que exemplos temos dado? Não conseguir encontrar ainda o culpado, pois, todos nós podemos fazer a mudança que queremos e precisamos. Mas só podemos mudar os outros, se mudarmos primeiro!

Eu faço parte da mudança…