Relatório mostra linhas de ônibus com mais assaltos

Dados do Relatório Quantitativo de Criminalidade do 1º semestre de 2017, do Centro de Apoio Operacional Criminal, do Ministério Público do Maranhão, indicam as linhas de ônibus da região metropolitana de São Luís com maiores números de assaltos nos primeiros três meses do ano. Além disso, o relatório mostra os números de Crimes Violentos Letais Intencionais que, na visão estatística, indicam os bairros mais perigosos da capital.

De acordo com dados do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de São Luís, Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão e do Ministério Público do Maranhão, que compuseram o relatório, o mês de março de 2017 teve a taxa mais alta de assaltos a coletivos: uma média 87 assaltos.

As 5 linhas de ônibus que mais registraram assaltos foram Vicente Fialho, BR-135, Distrito Industrial-Ipase, Habitacional Turu e Estiva.

O Relatório Quantitativo de Criminalidade do 1º semestre de 2017 também indica a quantidade de Crimes Violentos Letais ocorridos durante o período. Na Grande Ilha, foram 357 crimes dessa natureza, a maioria cometido com armas de fogo (78,71%) e armas brancas (16,25%).

Em análise, os números indicam que grande parcela dos crimes é efetuado por jovens do sexo masculino (95,52%), de 18 a 29 anos (45,38%).

Ainda segundo dados do Instituto Médico Legal, que foram averiguados pelo relatório, os bairros mais violentos de São Luís, levando em conta as CVLIs são: Cidade Olímpica, Coroadinho, Fátima, Liberdade e Anjo da Guarda.

Já na observação dos CVNLIs, os Crimes Violentos Não Letais Intencionais, o número sobe para 20.207 e, em sua maioria, são roubos (82,74%). O relatório ainda indica os horários de maior incidência desses crimes e os bairros onde há mais casos: 36,72% deles ocorreram entre 18h e 00h. Os mais com maior número de CVNLIs são: Centro, Cidade Operária, Maiobão, São Cristovão e Monte Castelo. Os dados copilados são da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Deixe uma resposta