Flávio Dino vota em Dilma Rousseff

unnamed (4)O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), votou, na manhã deste domingo (26), na Escola Clarindo Santiago, Olho d’Água, em São Luís. Ele chegou acompanhado de amigos e de assessores.

“Adotei uma postura de respeito à coligação plural, ampla, democrática, que nós fizemos no Maranhão. E essa coligação tem vários candidatos à presidente da República e, nesse segundo turno, também. Eu sou uma pessoa de compromisso e é claro que me mantenho fiel a esse compromisso e, por isso, não participei da campanha eleitoral. Agora, eu integro um partido político, que tem uma posição política e é natural que eu siga a posição do meu partido”, declarou.

“Seja vencedor a Dilma ou o Aécio, espero que nosso estado seja bem tratado. Temos quase sete milhões de habitantes e eu tenho certeza que pela importância política, econômica e social o Maranhão merece um tratamento adequado”, completou o sucessor de Roseana Sarney (PMDB).

Votar é preciso, mas, de preferência, com consciência

Foto: O voto consciente é aquele que é direcionado ao candidato ou à candidata que julgamos ser o(a) melhor para governar e legislar em prol de toda população. Para muitos, na atual conjuntura, o voto consciente é aquele que é direcionado ao menos ruim e não ao melhor. Independentemente de suas peculiaridades, o voto consciente, ou de qualquer outra natureza, é, sim, um ato de exercício da cidadania.</p>
<p>Por mais difícil e complexo que seja o quadro de representantes exposto para nossa escolha, o sufrágio [voto] é fundamental para o fortalecimento de qualquer democracia.</p>
<p>De todo modo, as eleições para cargos públicos mexem com o cotidiano das localidades onde serão realizadas. É um tempo em que diferenças vêm à tona, contradições são exploradas, falhas são mencionadas, conquistas são relatadas, alianças políticas são costuradas e desavenças são praticadas. Neste emaranhado de acontecimentos, a população se vê em meio a um bombardeio de coisas boas e ruins.</p>
<p>Apesar de tudo isso, ter o direito de escolher os nossos representantes foi uma das maiores conquistas democráticas conseguidas. Qualquer democracia do mundo não pode se furtar desta condição. Eu sei que muitos brasileiros [talvez uma grande parcela] são contra a obrigatoriedade do voto. Tudo bem! Não vamos entrar em uma interminável polêmica. No entanto, quem não escolhe ou não tem o direito de escolher não pode cobrar com legitimidade o seu representante. O cerceamento deste direito é um ato contra qualquer princípio democrático.</p>
<p>Por fim, quero manifestar o meu apoio aos eleitores que, como eu, têm a consciência da importância de se votar com segurança e conscientemente. Mesmo sabendo que esta é uma tarefa complicada, não podemos nos furtar deste direito que nos foi concedido depois de várias manifestações e reinvidicações da própria sociedade. "Não é a política que faz o candidato virar ladrão. É o seu voto que faz o ladrão virar político."<br />
Votar é preciso, mas, de preferência, com consciência.<br />
Boa eleição a todos!<br />
Por: Wellington do Curso - Deputado Estadual eleito pelo voto consciente.O voto consciente é aquele que é direcionado ao candidato ou à candidata que julgamos ser o(a) melhor para governar e legislar em prol de toda população. Para muitos, na atual conjuntura, o voto consciente é aquele que é direcionado ao menos ruim e não ao melhor. Independentemente de suas peculiaridades, o voto consciente, ou de qualquer outra natureza, é, sim, um ato de exercício da cidadania.

Por mais difícil e complexo que seja o quadro de representantes exposto para nossa escolha, o sufrágio [voto] é fundamental para o fortalecimento de qualquer democracia.

De todo modo, as eleições para cargos públicos mexem com o cotidiano das localidades onde serão realizadas. É um tempo em que diferenças vêm à tona, contradições são exploradas, falhas são mencionadas, conquistas são relatadas, alianças políticas são costuradas e desavenças são praticadas. Neste emaranhado de acontecimentos, a população se vê em meio a um bombardeio de coisas boas e ruins.

Apesar de tudo isso, ter o direito de escolher os nossos representantes foi uma das maiores conquistas democráticas conseguidas. Qualquer democracia do mundo não pode se furtar desta condição. Eu sei que muitos brasileiros [talvez uma grande parcela] são contra a obrigatoriedade do voto. Tudo bem! Não vamos entrar em uma interminável polêmica. No entanto, quem não escolhe ou não tem o direito de escolher não pode cobrar com legitimidade o seu representante. O cerceamento deste direito é um ato contra qualquer princípio democrático.

Por fim, quero manifestar o meu apoio aos eleitores que, como eu, têm a consciência da importância de se votar com segurança e conscientemente. Mesmo sabendo que esta é uma tarefa complicada, não podemos nos furtar deste direito que nos foi concedido depois de várias manifestações e reivindicações da própria sociedade. “Não é a política que faz o candidato virar ladrão. É o seu voto que faz o ladrão virar político.”

Por: Wellington do Curso – Deputado Estadual eleito pelo voto consciente.

Eleito deputado estadual pelo voto consciente, Wellington do Curso retorna à sede do Itaqui-Bacanga em agradecimento

10171705_618808284894580_7375235598510670177_nNa manhã da ultima quinta-feira, o deputado estadual, eleito pelo voto consciente, Wellington do Curso (PPS), visitou a Redação do jornal Itaqui-Bacanga em agradecimento pela votação recebida.

Wellington, que já havia ido ao impresso antes das eleições, retornou ao jornal e foi recebido com muita alegria por toda a equipe, que, na oportunidade, também fez uma oração em agradecimento pela vitória dele.

Na oportunidade, o deputado eleito agradeceu mais uma vez a Deus por ter lhe concedido a vitória e a todos pelo carinho, atenção e respeito com os quais sempre foi recebido pela imprensa.

E agora, Fábio Câmara?

Uma pergunta que não quer calar: Qual será o futuro do vereador de São Luís, Fábio Câmara?

Após uma aventureira candidatura a um cargo no legislativo estadual, Fábio Câmara, que exerce um mandato pelo PMDB, volta à Câmara Municipal de São Luís sem uma perspectiva de futuro, pois não conseguiu viabilizar sua candidatura a deputado estadual e na próxima eleição em 2016, não contará com o apoio do seu ex-padrinho político, o ex-Secretário Estadual de Saúde, Ricardo Murad (PMDB) e muito menos com a estrutura do Governo do Estado.

O vereador, que faz uma oposição severa ao prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), é conhecido por tumultuar as sessões no legislativo municipal e agora com as dificuldades em 2016 poderá ser um vereador de um mandato só. É esperar pra ver

Rodrigo Lago e a tarefa de dar ordem ao caos

Direto da redação

O governador, eleito pelo PCdoB no Maranhão, Flávio Dino, em uma ação inovadora, até então nunca vista no Estado, decidiu colocar em seu Plano de Governo a criação da Secretaria de Transparência e Controle do Governo do Estado. E em um dos seus primeiros comunicados, indicou o advogado Rodrigo Lago para conduzir a pasta.

Rodrigo Lago, que tem uma vasta experiência no Judiciário, terá uma árdua tarefa: além de dar ordem ao caos deixado pelas velhas práticas nada honestas do grupo Sarney, deverá trabalhar pela decência com o bem público e deverá ter como meta mudar as práticas administrativas no Governo e dessa forma inibir efetivamente a corrupção nos órgãos do Estado.

Em um estado manchado por escândalos de corrupção, cargos e convênios fantasmas, a tarefa não vai ser a das mais fáceis. O cidadão precisa conhecer onde está sendo gasto seu dinheiro e a nova secretaria precisa garantir a transferência nos gastos públicos.

Em “terras de Sarney”, a mudança dos velhos costumes será de fundamental importância e Rodrigo Lago desempenhará um papel fundamental no novo governo.

Só nos resta desejar boa sorte ao novo secretário e ao governador pela árdua missão que terão pela frente e agora é esperar a mudança iniciar.

Se a esperança venceu o medo, o Amor vai vencer o Ódio!

A eleição presidencial deste ano, sem duvida esta marcada por algumas reviravoltas e principalmente por uma polarização poucas vezes vista na historia da Republica brasileira. É comum identificarmos alguns sentimentos, como a razão, a emoção, a torcida, mas sobretudo o amor e o ódio.

Este ódio não surgiu do nada e não apareceu como passe de magica, já era possível identificar nas passeatas de junho do ano passado, um sentimento sobre tudo nas grandes cidades e em especial nas redes sociais, um ódio dirigido e que tem como objetivo atingir principalmente o Partido dos Trabalhadores (PT), este que é o partido que cristaliza uma frente ampla, que nos últimos doze anos vem mudando a cara e a vida dos Brasileiros.

Durante digamos a “reta final” das mobilizações de Junho, já era possível sentir um ódio a este projeto que vem mudando o país, setores consideráveis da imprensa brasileira ajudava e muito a jogar agua neste moinho, visando certamente a disputa presidencial que iria se realizar neste ano. A Elite brasileira foi capaz de queimar bandeiras, evocar os sentimentos mais obscuros de ódio, dividir o Brasil como se fosse “eles” e “nos”, como se participar de alguma passeata fosse moda, que tal gigante acordou, ignorando todo um histórico de bravas lutas do nosso povo ao longo das décadas, desde quando o Brasil é Brasil, ou melhor, desde quando o Brasil ainda era Colônia.

O ódio nutrido e alimentado aflorou na abertura da Copa do Mundo, um público composto em sua maioria por endinheirado que gastaram uma boa nota para ter o ingresso, junto com aqueles que não fazem parte do mundo dos meros mortais (como a maioria dos brasileiros) e participam das rodas “VIP’s”, esses por sua vez conseguiram sem muitas dificuldades os seus ingressos. Juntos os primeiros com os segundos vaiaram a presidenta Dilma e pronunciaram palavras de baixo nível, mas isso era apenas a primeira brisa que ainda iria bradar, durante os próximos meses.

A candidatura oficial da representação da Direita tradicional brasileira, o senador mineiro que costuma passar mais tempo no estado do Rio de Janeiro, Aecio Neves já se beneficiava obviamente deste sentimento, por que afinal de conta é a oposição oficial à “isto tudo que tá ai”, mas usou e abusou quando viu suas chances diminuídas e ameaçada de ir ao segundo turno, pela candidatura de Marina Silva, uma espécie de candidatura que a nossa direita brasileira poderia adotar, meio que numa de “ se não tem tu, vai tu mesmo”.

Neste momento Aécio toma uma decisão de assumir para si, a postura agressiva e o único representante possível de pegar esse ódio, esse antipetismo, este sentimento asqueroso e dizer com todas as letras o voto útil para derrotar o PT. Feito isso sua campanha só foi para o pior que poderia ir, se apoderou do espirito da direita conservadora, arcaica, e vem desde então nutrindo e incentivando este ódio, que nada mais é do que o ódio de classes, daqueles que sempre foram os possuidores, sempre detiveram o capital, privilégios, e todas as regalias, deste lado estão os que não suportam a possibilidade de ver os mais pobres com carro, com perfumes caros, andar de avião, frequentar os mesmos shopping center e etc.

Decidiram por entrar em um campo minado, um campo do ódio e por outro lado, sobrou para campanha da presidenta Dilma jogar em outro viés, na perspectiva de jogar claro com os brasileiros, admitindo que existe ainda muitos problemas no nosso país, mas que não é olhando para traz, não é com redução de direitos, não é com ódio, mas sim com amor no coração e brilho no olhar, que juntos iremos mudar mais ainda o Brasil. Nesta reta final de segundo turno, isso ficou ainda mais claro, e em especial nesta ultima semana de campanha. Neste momento se consegue sentir, nas ruas, nos atos e mais uma vez nas redes sociais, a campanha do ódio, tenta criminalizar os nordestinos, acusam tudo e todos de comunista ( como se isso fosse um grande mal), e o mais absurdo de tudo que o Brasil caminha para uma terrível Ditadura!

Enquanto isso a campanha que leva a mensagem do amor e da esperança, da possibilidade de juntos o Brasil seguir um caminho de desenvolvimento e abrir um novo ciclo, vai cada dia que passa ganhando mais mentes e corações. Na primeira eleição de Lula em 2002 uma característica ficou marcada que foi o a esperança vencer o medo, de esta vez o Amor ira triunfar sobre o ódio. Nestes últimos três dias ainda existem muitos votos a serem conquistados, muitas batalhas a ser travadas, mas juntos iremos triunfar, não vamos aceitar dividir o Brasil, juntos construiremos com Dilma presidenta a abertura de um novo ciclo para o nosso amado e querido país.

Aqueles que nutrem este ódio, sinto lhes dizer, mas o ódio não saíra vitorioso desta batalha, a mensagem de amor e esperança, junto com a realidade dos últimos doze anos ira reconduzir o campo politico que muda o Brasil para a presidência da Republica e para as elites só resta a minha sinceridade, sim este governo tem um lado! O lado do trabalhador, o lado dos mais pobres o lado daqueles que nunca foram assistidos, para vocês só resta os meus pêsames…

Adriano Matos (Mú)

Presidente Estadual da UJS/MA

A semelhança da trajetória política de Gardeninha Castelo e Edivaldo Holanda

Direto da redação


pageAs duas últimas eleições para deputado estadual mostraram que a Prefeitura de São Luís é um grande cabo eleitoral. Prova disso, foram as candidaturas de Gardeninha Castelo (PSDB) e Edivaldo Holanda (PTC), pai do prefeito de São Luís.

O apoio e o uso da máquina pública tem sido a certeza da eleição para uma vaga na Assembleia Legislativa. Vamos aos números:

Gardeninha Castelo, filha do ex-prefeito de São Luís, João Castelo, ambos do PSDB, na eleição de 2010, quando seu pai exercia o cargo de prefeito da capital, registrou nas urnas a quantidade de 60.851 votos, ficando em 5º lugar na corrida para uma vaga no legislativo.
Na eleição deste ano, sem o apoio da Prefeitura de São Luís, Gardeninha registrou a inexpressiva quantidade de 16.939 votos, não conseguindo sua reeleição.

Edivaldo Holanda, pai do atual prefeito da capital, Edivaldo Holanda Junior, também pertencente ao PTC, na eleição de 2010 obteve 27.334 votos. Nessa eleição, obteve 31.688 votos, conseguindo se eleger deputado estadual.

O que vimos em ambas as candidaturas é a grande estrutura financeira ou a falta dela, que infelizmente ainda prevalecem na realidade política do Estado.

Agora, o que o cidadão de São Luís necessita, é a dedicação de ambos os representantes, tanto na Assembleia quanto na Prefeitura, para que a capital possa avançar em seus programas e nas suas obras estruturais.

As conseqüências de um povo sem memória

Por Renato Sousa Jr.

00_03_01_233_fileVivenciamos uma das campanhas mais acirradas dos últimos anos eleitoreiros, em todos os setores, se viu uma enorme mudança de postura e a ameaça do conservadorismo político através a alimentação das informações que chega cada vez mais rápido a todos ou a quase todos.

No Maranhão tivemos pela segunda vez a vitoria de um grupo político de oposição a um sistema imperialista comandado pelos Sarney’s, vimos os tradicionais meios de comunicação sendo engolidos por memes e virais de whatsapp, selfies no Instragram e postagem de bem compartilhada no Facebook em todo o estado. Isso não é um privilegio dos maranhenses, na verdade temos os piores serviços de internet mas mesmo assim o estrago (ou a vitória) foi grande.

“AMANHÃ VAI SER MAIOR”, lembro desse grito em meio as manifestações de 2013, a quando chegamos em 2014, a Copa do Mundo fez um parte esquece de uma monte de coisas, mesmo com o choque de um simplório 7 a 1 em um joga qualquer, muitos já não lembrava mais das 100 mil pessoas nas rua de São Paulo, das 20 mil pessoas nas ruas do centro de São Luis. O povo brasileiro elegeu e reelegeu políticos outrora cassados e condenados, montou um congresso conservador e bem aí enfraquece o desejo de mudança no Brasil.

Nosso presidentes, uma senhora que tal como seu padrinho e antecessor não sabia de nada dos roubalheiras e falcatruas que acontecem debaixo dos seus olhos e essa mesma mulher quer ser nossa presidenta de novo. Hoje vivemos a máxima antiga do Se Correr o Bicho Pega Se Ficar o Bicho Come, por que do outro lado tem um político playboy que acertou no seu assessor quando foi governador mas nunca teve que fazer força para conseguir algo e agora ele quer o Brasil, “tamo tudo lascado” com diz o popular.

Eu acredito na consciência do povo brasileiro, que aprendeu que não se vive de migalhas e vai lutar por igualdade e da libertação do julgo dos que nos querem alienados. Gaste um tempo da sua vida e leia, pesquise, assista coisas sobre esses que pedem nossos votos e tirem suas conclusões sobre o quanto eles merecem o teu voto.

Rosário quer paz, sim!

Por David Vieira

É um político, pois somos povo em sociedade e política é o nosso comportamento. São bem vindos todos que comungarem de uma ideia una, pacificadora e que clama por uma melhor gestão do poder público em todas as esferas. Karl Max já explicava as diferenças sociais que culminavam em conflitos dentro dos postos sociais e nós não somos diferentes.

As “hienas” de plantão, que querem aproveitar este momento de trauma na população para denegrirem a imagem seja de quem for e fazer campanha antecipada, não são bem vindas e podem tirar o “burro da chuva”… Neste movimento não há partidarismo, não segregação de credo religioso, acepção de pessoas por manifestação de gênero, cor, raça ou qualquer critério que diminua o ser humano, pois para todos nós cidadãos de Rosário que estamos engajados nessa luta “gente é tudo gente. A gestão municipal não está sendo denegrida e nem tão pouco achincalhada, haja vista que todo poder emana do povo e pra ele deve voltar.

O povo simplesmente está reivindicando e é um direito nosso, de todos nós. No que tange à segurança pública municipal, temos plena convicção do que receba carta magna. Todavia, é preciso fazer um passeio sobre a literatura mais abundante e ensinar quem não sabe. Os delitos sociais, segundo pesquisas atuais dos órgãos da PM, quando há criminalidade crônica em um espaço urbano, o problema é da estrutura de gestão do que é difundido pela gestão do Estado, do que pela falta de policiamento em si.

Posso ir mais profundo e falar sobre a prevenção social e dizer que tal é compreendida por políticas públicas de saúde, educação, emprego, habitação entre outros. A importância da participação dos municípios na segurança do cidadão é através de suas políticas de desenvolvimento urbano, criando ambientes onde o crime terá menos probabilidade de acontecer. Onde estão os sistemas para orientação de desenho urbano? Onde estão as vigilâncias naturais? As regenerações de áreas degradadas?

Onde está o poder de policial do Município devidamente equipado para que , assim, possa fiscalizar o espaço urbano? Enfim… Não sou contras a gestão, muito pelo contrário, eu lutei é muito pra que Irlahi Moraes se tornasse prefeita e torço muito por ela, e é por isso que eu não posso ficar calado. Amigo não é quem diz sim pra tudo… O nome disso é babão incompetente, que ela tá mais que rodeada. Gente assolada pela vaidade de um cargo e que por conta dessa vaidade estão afundando a cidade.

Eu torço muito pra gestão atual dar certo, eu creio, o povo também, mas jamais me calarei se eu entender que algo está fora dos trilhos e que vá ferir o bem da coletividade. Irlahi, reformule urgente teu secretariado, se cubra de gente que viva como gente, que respeite as pessoas, que te ajudem a botar em prática tudo que você e todos nós sonhamos pra nossa cidade.

Enquanto ao povo? Usem o direito de vocês, reivindiquem, lutem, gritem, é a nossa vida e de nossa família que está em jogo. E viva a democracia, e viva o povo da minha terra que é gente como a gente! E os babões, bajuladores, incompetentes, malfeitores?

Que a lei da vida tome conta deles e de todos nós!

A diferença de postura de um deputado eleito

Wellington do Curso retorna às cidades para agradecer, pessoalmente, ao povo que o elegeu

Hugo Freitas – O professor Wellington do Curso, eleito deputado estadual no Maranhão pelo PPS, vem adotando uma postura diferente dos demais políticos tradicionais na forma de tratar o público que o agraciou com um mandato para a Assembleia Legislativa.

Eleito com 22.896 votos, Wellington tem viajado por todo o estado realizando palestras a alunos do Ensino Médio e, também, agradecendo a expressiva votação alcançada nas cidades que o escolheram como seu representante na “Casa do Povo”.

“Estou refazendo as viagens de volta a todas as cidades que percorri durante a campanha. Foram três meses conhecendo e acompanhando de perto a realidade de cada maranhense. Volto agora não para cumprir agenda política, mas para AGRADECER ao carinho e aos votos conquistados nessas cidades”, declarou o eleito.

Professor e empresário de um dos mais renomados cursos preparatórios para vestibulares da capital maranhense, Wellington do Curso promete lutar na Assembleia pela intensificação de políticas públicas para melhorar a qualidade do ensino no Maranhão, um dos estados com os piores índices de analfabetismo do país.

Dentre as propostas, o docente pretende legislar em prol da valorização dos profissionais da educação com melhores salários, capacitação profissional continuada, melhores condições de trabalho e ampliar o acesso das crianças, jovens e adultos aos diversos níveis de ensino.

“Ser professor é promover o saber universal, especializar políticos, médicos, cientistas, técnicos, administradores, artistas, ou seja, todas as profissões. É apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés. Afinal, são os educadores que constroem o futuro”, disse o eleito em um evento que homenageou o Dia dos Professores, no Maranhão.

A postura adotada por Wellington de agradecimento pela vitória alcançada nas urnas o torna diferente de muitos parlamentares (re)eleitos que, após o resultado do pleito, tradicionalmente buscam refúgio em outros estados, até mesmo em outros países, alegando “cansaço” ou mesmo “necessidade de férias” por conta da jornada eleitoral.

Trocando em miúdos, enquanto muitos direcionam as sobras pecuniárias de campanha para passeios e viagens internacionais, evitando assim o contato com seus eleitores, que só terão a oportunidade de revê-los pela televisão ou na próxima eleição, Wellington do Curso faz o sentido inverso: vai aonde o povo está, para agradecer e celebrar.